A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã de hoje uma operação que mira indícios de corrupção e fraude envolvendo o sistema informatizado da Procuradoria‑Geral da Prefeitura de Cuiabá, gerando repercussão no meio político local.
Conhecida como Operação Déjà Vu, a ação cumpriu 43 ordens judiciais, incluindo prisões e buscas, com o objetivo de apurar crimes como inserção de dados falsos no sistema da Prefeitura, corrupção e associação criminosa.
Até o momento, duas prisões já foram efetuadas: Adriano Henrique Escame de Oliveira — que havia sido nomeado como assessor parlamentar externo pela Câmara de Cuiabá em 2025 e depois exonerado — e Matheus Henrique do Nascimento Pereira.
A investigação ainda está em curso, com a Polícia Civil e o Judiciário local aprofundando as apurações sobre possíveis vínculos e irregularidades no uso de sistemas oficiais da administração municipal.
Essa ação representa um desdobramento importante no cenário político de Cuiabá e de Mato Grosso, especialmente em um ano marcado por eleições e movimentações partidárias intensas. Autoridades não comentaram oficialmente os impactos políticos das prisões, mas a operação já começa a gerar discussões sobre transparência na gestão pública municipal e responsabilidades administrativas.









